Sério, sempre me considerei uma pessoa agradável. Rodeado de amigos, não tantos pare ser considerado popular, mas sempre tive os melhores. Muitos me achavam engraçado, pedia para imitar algum famoso, ou um professor. Conversava sobre tudo, desde carros até política, desde religião até moda. Tudo mesmo.
Meus amigos sempre se reciclam, salvo algumas excessões e a ultima turminha da escola. Colegas sempre tive vários. Nunca me faltou companhia, uma boa conversa.
Um ponto fraco meu é a confiança. Eu confio piamente nos novos "amigos", que na verdade, não passam de contatos. Não há pergunt que não responda, e não há assunto que eu eu não discuta. Isso sempre funcionou comigo, e assim consegui bons amigos. Mas agora parece que não funciona tão bem, hehehe. As pessoas vêem uma espécie de barreira na minha frente, se recusando a ultrapassar ela.
Acho que sei o que é: Antes eu corria atrás das amizades, hoje deixo elas correrem atrás de mim. E para meu desespero, ninguém vem.
Caaalma, não sou suicida, e apesar de isso ser um grande problema, não ligo muito para ele. Fico com meus bons e velhos amigos, me se tudo continuar assim, quando eles acharem seu caminho, e forem rumo a uma vida nova, eu estarei aqui, sentado e sozinho, escrevendo no meu blog, twittando porcarias, respondendo coisas inúteis no form e admirando a felicidade alheia no orkut. Foi um momento de epifania, confesso, e talvez exageradamente sentimental, mas sou meio assim, há coisas que não se pode mudar!
Er... até a próxima!
O dia de ontem...
Estará sempre na minha cabeça. Um dia, quiçá, vira o roteiro de um filme! OASKAOskaOskaosk
Um dia eu conto aqui, mas tenho que ter a inspiração, saca?
Um dia eu conto aqui, mas tenho que ter a inspiração, saca?
Besta...
Apesar do termo "besta" me levar a um passado bom, que se tornou um péssimo presente, acho que ele se encaixa muito bem à minha pessoa neste momento (não sei se usa a crase aqui).
Meu calcanhar de aquiles se chama "relacionamento". Quando não vou muito rápido, e assusto a pessoa, vou devagar quase parando, fazendo ela ficar na minha frente e me passar para trás. Não sei exatamente o que eu faço, mas quando pergunto ou as pessoas me dizem: "Você não fez nada, fica tranquilo", ou não dizem nada.
Gostaria muito de saber, pois assim poderia resolver esse meu "problema". Se é o fato de eu ser muito atirado e acabar contando meus maiores segredos logo no primeiro encontro, isso pode ser resolvido. Não sou reservado, mas não saio cantando a pessoa não. As vezes cativo, mas sei muito bem como cativar as pessoas, para isso tenho tato. Meu problema deve ser outro.
Muito triste isso...
Um dia, eu resolvo.
Meu calcanhar de aquiles se chama "relacionamento". Quando não vou muito rápido, e assusto a pessoa, vou devagar quase parando, fazendo ela ficar na minha frente e me passar para trás. Não sei exatamente o que eu faço, mas quando pergunto ou as pessoas me dizem: "Você não fez nada, fica tranquilo", ou não dizem nada.
Gostaria muito de saber, pois assim poderia resolver esse meu "problema". Se é o fato de eu ser muito atirado e acabar contando meus maiores segredos logo no primeiro encontro, isso pode ser resolvido. Não sou reservado, mas não saio cantando a pessoa não. As vezes cativo, mas sei muito bem como cativar as pessoas, para isso tenho tato. Meu problema deve ser outro.
Muito triste isso...
Um dia, eu resolvo.
O bom exemplo
Hoje descobri que se eu me assumir para minha família vou acabar com a vida de alguns primos meus, aliás, com a vida dos filhos deles.
Hoje, voltando da festa, minha prima disse que a cunhada dela não deixa o filho brincar com bonecas porque "é coisa de viado", mas que o menino insiste em brincar. Então surge como exemplo eu:
- Veja o Thiago, ele brincava com bonecas e hoje é macho.
Viram? Pior não é isso: Minha prima disse que deixa a filha dela brincar com carrinho, que isso não tem nada a ver. E não tem mesmo. Mas vai explicar que eu colocava roupas da minha mãe por causa do meu amor pelo teatro? Também colocava roupas do meu pai. Arte é arte, e cada personagem tem sua beleza.
Então, chego em um impasse maior ainda. Sou o pseudo defensor da heterossexualidade dos atores natos, porque sem mim, não serão atores natos, seram homossexuais natos. Homossexualidade não é o ato de gostar de bonecas ou de roupas de mulher, ou de gostar de carrinhos de roupas de homem, é um caso de gostar do mesmo sexo. E isso vai muito além! Fica a dica!
Hoje, voltando da festa, minha prima disse que a cunhada dela não deixa o filho brincar com bonecas porque "é coisa de viado", mas que o menino insiste em brincar. Então surge como exemplo eu:
- Veja o Thiago, ele brincava com bonecas e hoje é macho.
Viram? Pior não é isso: Minha prima disse que deixa a filha dela brincar com carrinho, que isso não tem nada a ver. E não tem mesmo. Mas vai explicar que eu colocava roupas da minha mãe por causa do meu amor pelo teatro? Também colocava roupas do meu pai. Arte é arte, e cada personagem tem sua beleza.
Então, chego em um impasse maior ainda. Sou o pseudo defensor da heterossexualidade dos atores natos, porque sem mim, não serão atores natos, seram homossexuais natos. Homossexualidade não é o ato de gostar de bonecas ou de roupas de mulher, ou de gostar de carrinhos de roupas de homem, é um caso de gostar do mesmo sexo. E isso vai muito além! Fica a dica!
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